Máquina do Tempo #050: Les Paul

Bem-vindos passageiros desta Máquina do Tempo, o podcast mais viajante que você já ouviu! Para homenagear o gênio Lester William Polsfuss, mais conhecido como Les Paul, selecionamos uma viagem em busca de dez grandes músicas tocadas com a sua criação, a guitarra Gibson Les Paul. O artista faleceu no dia 13 de agosto de 2009, aos 94 anos de uma vida extremamente ativa.

Quanto tempo tem esta edição?
O tempo estimado de duração de nossa viagem é de 91 minutos.

O que eu vou ouvir?
Vai saber mais sobre bandas como Peter FramptonZakk Wylde, Marc Bolan e outras.

Para ouvir basta clicar no play aqui de baixo:

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PROMOÇÃO: Mate o seu Pixel. (PRORROGADA)
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Dead Pixel vai premiar os dois ouvintes do Máquina do Tempo mais criativos com esta camiseta. Para ganhar é simples, você entra no site da Dead Pixel, se cadastra e depois manda um e-mail para podcast@maquinadotempo.blog.br dizendo “o que acende o seu fogo“. Os dois melhores levam a camiseta. O resultado vai sair na edição #051 do dia 21 de setembro de 2009 e o prazo para enviar os e-mails e participar da promoção é até o dia 17 de setembro (mais uma semana de chances).

 

Participe!
É só mandar um e-mail para podcast@maquinadotempo.blog.br

Edição especial de Bandas Independentes
Mande o seu site e material da sua banda para podcast@maquinadotempo.blog.br! Vamos unir os melhores para fazer uma edição especial só com o cenário de “garagem” atual.

Você também pode assinar o feed no seu tocador de mp3.

E quais músicas tocaram na edição anterior (#049: Rock Independente)?
Use o link do álbum/filme para comprá-lo pelo Submarino (todos estão uma pechincha!).

  • Here Comes The Zeppelin, King Bird (Sunshine);
  • Cold Outside, Fabio Penna (Caixa de Sonhos);
  • Power to my Amp, Bad Dogs;
  • Come My Way, The Gen;
  • Que Loucura, Cidade Refúgio Blues Band (Forasteiro);
  • Tade Demais, Bleffe;
  • Fundo Falso, Jennifer Magnética (Placente);
  • Aperte o Play, Homens do Pântano (Pancadão de 5);
  • O trem e o Trilho, Matilha;
  • Skate Muito Além do Esporte, Filhotinho (F-Crew);

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0 comentários em “Máquina do Tempo #050: Les Paul

  1. Pingback:Links Independentes 2 aqui por Essas Bandas

  2. Fabio Teles Responder

    Eu toquei Rolling Stones numa ‘guitar hero 2009’. Hehe. Muito bom o cast. Algumas musicas realmente eu não sabia que eram tocadas por uma ‘les paul’.
    Eu nem imagino como seria ter o meu nome numa guitarra. Doutor Lester William Polsfuss fez seu dever de casa. rss. t+

  3. Andre Responder

    Muito bom novamente o programa, parabéns!!

    Só uma correção, o nome do guitarrista do Ozzy se escreve “Zakk Wylde” e se querem ouvir a pegada southern dele em sua manifestação máxima procurem pela “banda de um disco só” que ele montou chamada Pride & Glory.

  4. QUEIROZ Responder

    Sensacional, Máquina do Tempo desvendando mistérios da humanidade:”Quanto vale a sua mulher?” “Uma Gibson Les Paul, my friend”. E realmente George Harrison era o BeaTle mais legal, apesar de eu ser fã do John Lennon solo, e querer ter nascido Paul Macartney. Paint in Black, vocês sabem fazer um programa de música sem sombra de dúvida. O que dizer de Zakk Wilde? O Thor em pessoa. Faz chover, faz trovoar, faz relampejar. Marvel Studios, acorda!! Caraca, Ziggy Star Dust !! Desculpa mais tenho que dizer isso por extenso: Puta que o Pariu, Muito Bom!!! Guns n Roses, meus amigos, me levou para o rock n roll. E vcs parem com esse mi, mi, mi, que não gostam de Guns, é chato. T-Rex, agora sei o nome da banda que toca essa música show. Rush mandando ver. E eu tenho Led Zeppelin II 😉

    Valeu Oktok e Leandro, se esse programa estivesse disponível em cd eu escutaria até furar.

    VALEU!!!!

  5. Ock-Tock Responder

    Fábio: experimente tocar Stones numa Les Paul de verdade – a sensação é indescritível 😉

    Andre: é nisso que dá a gente preparar o post depois de uma noite em claro editando o programa! Valeu pela correção. Eu gosto muito do Pride & Glory, mas acho que Zakk alcançou mesmo a maturidade musical no Black Label Society – fico impressionado sempre que ouço qualquer CD dessa banda.

    Queiroz: como vc acabou de ouvir o programa, então percebeu que ele serviu para ser a pedra sobre o assunto “mimimi de Guns n Roses”. Agora a gente vai ficar só com o “mimimi de Nirvana” 😉

  6. Samuel Varela - Crato-CE Responder

    Olá Ock-Tock e Queiroz,
    Mais uma excelente viagem proporcionada por essa fantástica máquina do tempo.
    Sempre gostei de musicas de dão mais destaques aos solos de guitarra, nem vou citar as que gosto mais, pois eu costumo mais ouvir sem nem ir procurar conhecer mais sobre quem está tocando.
    Ótimas musicas, uma ótima homenagem a esse grande homem e um podcast fantástico…
    Parabéns.

  7. Leandro Responder

    Fabio, agora estou começando a tocar algumas músicas em uma Gibson Guitar Hero 2009. 😀

    Queiroz, concordo com você em gênero, número e graú. Ziggy Star Dust? Puta que PARIU! E passei muito tempo, algo como anos, querendo saber o nome desta banda, que mais tarde vim a descobrir como T.Rex.

    Samuel, muito obrigado. Fiquei preocupado quando vi no Twitter que o dia já ia acabar e vc ainda não tinha ouvido nenhum podcast. rs

  8. Pingback:#051: 1966 « Máquina do Tempo

  9. Eschenazi Responder

    Oi, estou ouvindo vcs agora, + ou – lá por 1:21′, vcs falam da guitarra que o Slash usa no clip do “You Could Be Mine” e não sabem qual é.
    Aquilo é uma VIGIER, marca francesa, da década de 70/80, muito famosa por produzir as guitarras do mestre Stanley Clark.
    Só pra constar!
    Esse podcast tá muito bacana e instrutivo! Bola dentro!

  10. Ock-Tock Responder

    Valeu, Eschenazi! Não conhecia essa marca de guitarra – confesso que nem me passou pela abeça, até o momento, pensar qual guitarra o mestre Stanley Clark usa. Vou pesquisar sobre essa guitarra.

    Sempre que tiver informações para complementar o que falamos (ou não) nos programas, é só escrever. Os comentários estão aí pra isso mesmo 😉

  11. Eschenazi Responder

    Desculpem falei merda…. é porque os DOIS são grandes mestres do Jazz e tenho uma certa “dislexia” ao citar seus nomes.

    Troque Stanley Clarke (baixista por STANLEY JORDAN (guitarrista, este, um grande difusor da técnica de “tapping”, que é digitar as cordas da guitarra com as duas mãos, como um piano.

    Foi mal….

  12. Pingback:#102b: Rush (parte 2) « Máquina do Tempo

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